Detalhar som Classificação Científica
Nome Científico
Charadrius wilsoniaOrd, 1814Nome em Inglês
Wilson's Plover
Batuíra-bicuda
Nome Científico
Seu nome científico significa: do (latim) charadrius = pássaro amarelado mencionado na Bíblia Vulgata (final do século 4); e de wilsonia, wilsonii = homenagem ao naturalista e pioneiro escocês Alexander Wilson-(1766-1813). Pássaro amarelado de Wilson.
Características
Mede entre 16,5 e 20 centímetros de comprimento e pesa entre 44,2 e 80 gramas. Sua envergadura alcança 36 centímetros.
São amarronzados na parte superior, possuem uma coleira fina, possuem a testa, as sobrancelhas e o papo branco e tem a parte inferior branca.
batuíra-bicuda adulto
batuíra-bicuda jovem
Subespécies
Possui quatro subespécies reconhecidas:
Charadrius wilsonia wilsonia (Ord, 1814) – ocorre no leste dos Estados Unidos da América até o leste do México e Belize, nas Bahamas, Grandes Antilhas e no norte das Pequenas Antilhas; no inverno pode ser encontrado até o norte da América do Sul.
Charadrius wilsonia beldingi (Ridgway, 1919) – ocorre na costa do Oceano Pacifico do extremo noroeste do México (Baja California) até o Panamá e Equador, podendo alcançar ocasionalmente a região central do Peru.
Charadrius wilsonia cinnamominus (Ridgway, 1919) – ocorre na região costeira do norte da Colômbia até a Guiana Francêsa; nas Antilhas, nas ilhas do nordeste da Venezuela, nas ilhas de Mustique e Granada e também na ilha de Trinidad.
Charadrius wilsonia crassirostris (Spix, 1825) – ocorre na costa do nordeste do Brasil desde o estado do Amapá até a Bahia.
(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).
Alimentação
Procuram seu alimento andando lentamente pela areia das praias. A alimentação predileta são os caranguejos mas também insetos e vermes marinhos.
batuíra-bicuda se alimentando
Reprodução
Hábitos
Outros hábitos…
Bando de batuíra-bicuda
Distribuição Geográfica
É uma espécie parcialmente migrante, migrando dos Estados Unidos e México para passarem o inverno no Brasil e Peru. Além disso, uma pequena população residente é conhecida do Brasil, sendo apontada como uma nova subespécie: brasiliensis, em 2008.

Ocorrências registradas no WikiAves
Referências
Consulta bibliográfica sobre as subespécies:
CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.
del Hoyo, J.; et al., (2016). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona.
Gill, F. & Wright, M. - IOC World Bird List 2017. Birds of the World - Recommended English Names. Princeton University Press, Princeton, N.J., and Oxford, UK.
ITIS - Integrated Taxonomic Information System (2017); Smithsonian Institution; Washington, DC.
Piacentini et al. (2015). Annotated checklist of the birds of Brazil by the Brazilian Ornithological Records Committee / Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Revista Brasileira de Ornitologia, 23(2): 91–298.
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